Brasileiros querem medidas de segurança nas Olimpíadas e a Copa do Mundo
A maioria dos brasileiros pesquisados para a mais recente edição do Índice de Segurança Unisys apoia a implementação de medidas de segurança mais fortes para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
O Índice, uma pesquisa semestral que mede as preocupações dos brasileiros sobre questões de segurança, constatou que 68% dos entrevistados são a favor de um maior controle nas fronteiras internacionais, aeroportos e outros acessos. Além disso, 60% concordam com a melhoria no compartilhamento de informações sobre os cidadãos entre as agências governamentais como forma de reforçar a segurança durante estes eventos.
Quase metade dos entrevistados (49%) também apoiam providências como a introdução de equipamentos eletrônicos de scan corporal em locais públicos e uso de controles biométricos, como scans faciais, impressões digitais ou exames de íris, em fronteiras e aeroportos.
Compras online e internet banking
Em resposta a uma pergunta específica sobre como os brasileiros se sentem e se comportam em relação à segurança quando fazem compras online ou acessam suas contas bancárias via Internet, 82% dos entrevistados disseram que preferem ir pessoalmente a uma loja ou agência bancária ou realizar a transação por telefone. Apenas 8% disseram não se sentir seguros com transações online, mas de qualquer forma assumem o risco ao realizá-la.
Uma pequena parcela (5%) respondeu que se sente segura fazendo compras online ou usando o internet banking depois de checar todos os procedimentos para garantir que não há risco. Apenas 2% afirmaram que confiam sem reservas no website de seu banco e nos sites de compras em que navegam.
Quando questionados sobre suas preocupações em geral referentes a vulnerabilidade de sites de compras online e de internet banking, 42% dos brasileiros entrevistados responderam que estão seriamente preocupados com esta questão, em comparação com 54% pesquisados há um ano.
O Índice de Segurança Unisys no Brasil relatou um nível global de 176 pontos (em uma escala que vai até 300 pontos), o que indica grande preocupação da população com a segurança e a quarta pontuação mais alta entre os 12 países participantes da pesquisa. Os respondentes brasileiros disseram que seu nível mais elevado de preocupação estava na área de segurança nacional, que registrou 214 pontos no índice, o resultado mais alto de qualquer um destes 12 países.
Os entrevistados no Brasil também relataram níveis graves de preocupação nas áreas de segurança pessoal (roubo de identidade e segurança individual) e segurança financeira (fraudes com cartões bancários e compromissos financeiros). No entanto, apesar de responderem que não confiam totalmente nas transações online, eles estão – no geral – apenas moderadamente preocupados com a segurança da Internet (vírus, spam e operações online). O índice do Brasil com relação à segurança na internet foi de 117 pontos – na escala que vai até 300.
o estudo, as pessoas com formação universitária que responderam a pesquisa tendem a confiar mais em sites de comércio eletrônico e bancos online do que aquelas com grau de escolaridade mais baixo. Mas, ao mesmo tempo, os graduados estão mais preocupados com a segurança em transações eletrônicas (61%) e com vírus e spam (57%). Entre os entrevistados com educação até o ensino médio, essas taxas caem para 39% e 37%, respectivamente.
Já em relação à idade, os jovens parecem estar mais preocupados com a segurança de transações online do que os entrevistados de faixa etária mais avançada – 49% dos participantes da pesquisa com idade entre 18 e 24 anos se disseram seriamente preocupados, taxa que cai para 36% entre os entrevistados de mais de 65 anos.
O Índice de Segurança Unisys entrevistou 934 entrevistas pessoas no Brasil, porta-a-porta, em 70 grandes áreas metropolitanas de todo o país entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2012.
Sobre o Índice
O Índice de Segurança Unisys é um estudo global, realizado semestralmente, que fornece insights sobre a percepção e as atitudes dos consumidores em uma ampla gama de assuntos relacionados à segurança. O Lieberman Research Group conduziu a pesquisa na América Latina, Europa e nos EUA; a Newspoll conduziu a pesquisa na Ásia-Pacífico. O Índice de Segurança Unisys entrevistou mais de 10.000 pessoas em 12 países: Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, Alemanha, Hong Kong, México, Holanda, Nova Zelândia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
Fonte: TI Inside
Check Point Software eleva lucro trimestreal em 18%
A fornecedora de soluções de segurança Check Point Software aumentou em 18% o lucro do primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano passado, e contabilizou US$ 143,6 milhões. A receita totalizou US$ 313,1 milhões, o que representa um crescimento de 11%. A geração de caixa medida pelo Ebtida ficou em US$ 186,7 milhões, um aumento de 16% em relação aos US$ 160,6 milhões do primeiro trimestre de 2011.
O bom desempenho é atribuído às vendas de ferramentas de proteção de rede e à continuidade do resultado das anuidades do software Blades. O destaque durante a apresentação dos resultados foi a solução de rede colaborativa no combate ao cibercrime, lançada após o fechamento do período.
A companhia não divulgou previsões futuras. No fechamento dos três primeiros meses do ano, possuía cerca de US$ 3,1 milhões em caixa.
Fonte: TI Inside
Empresas antivírus discordam sobre vírus para celulares Android
A fabricante de antivírus Symantec disponibilizou um alerta sobre uma praga para Android chamada Counterclank. Segundo a empresa, ela tem a possibilidade de receber comandos de um servidor de controle e roubar informações. Mas outras empresas de segurança, como a Lookout Security, afirmam que o software é apenas um código publicitário agressivo.
A Symantec identificou 13 aplicativos com o Counterclank no Android Market – o repositório oficial de aplicativos para o sistema operacional do Google. Entre os programas, clones do game Counter Strike e quebra-cabeças. O Counterclank também modifica a página inicial do navegador e o mecanismo de busca usados. Os contadores de downloads do apps, se somados, somam cerca de 5 milhões de vítimas.
Mas, para a Lookout Security, que faz um antivírus para o Android, o comportamento dos programas não é de um vírus. Seria, simplesmente, um módulo um pouco mais agressivo de publicidade. A maioria das ações está descrita nas especificações dos programas instalados. As permissões aceitas pelo usuário durante a instalação também são respeitadas. A ferramenta de publicidade identificada pela Symantec é a Apperhand SDK, segundo a Lookout.
A companhia finlandesa F-Secure já havia alertado para o crescente número de apps com módulos agressivos de publicidade. Um especialista da companhia disse que era uma área “cinza” para usuários e para as empresas.
Segundo o site The H, O Google removeu do Market alguns dos softwares marcados pela Symantec. O motivo seria violação de propriedade intelectual, especialmente nos apps que clonam conteúdo de outros programas, e não a presença de código malicioso.
Polêmica já atingiu PCs
Quando softwares de computador começaram a incluir componentes publicitários, empresas antivírus entenderam que os anúncios eram uma troca que o usuário realizava para usar esses programas gratuitamente. Devido ao comportamento abusivo de alguns desses componentes, um novo mercado surgiu para identificar esses códigos “potencialmente indesejados”.
Esses novos programas de proteção ficaram conhecidos como os “anti-spywares”, porque a publicidade era considerada “espiã” por enviar capturar dados de navegação dos internautas.
O mercado anti-spyware cresceu e depois de alguns anos as empresas antivírus passaram a considerar os “adwares” também uma ameaça. Empresas anti-spywares foram compradas por empresas antivírus, enquanto empresas anti-spywares desenvolveram antivírus ou formaram parcerias para distribuir antivírus junto de seus programas.
O modelo de software patrocinado perdeu força nos PCs por causa do comportamento abusivo, levando internautas a terem mais cuidado durante a instalação dos programas. Hoje, o modelo resiste principalmente na forma de barras de ferramentas, como a barra do Google, da Ask e do Bing.
Fonte: Olhar Direto | Informática & Tecnologia | MT
Aplicativo móvel elimina a utilização de login e senha para acessar e-mails
O provedor Mandic lança no mercado o mandic:eService, solução que elimina a necessidade do usuário de inserir login e senha para acessar a conta de e-mail, propiciando maior segurança nos dados e informações.
Desenvolvido para dispositivos móveis, ele atua de forma simples. O usuário cadastra a conta de e-mail e sempre que quiser acessá-lo, o aplicativo gera uma URL única na plataforma móvel, que deve ser digitada no navegador de Internet, dispensando assim a inserção de login e senha. Além disso, para levar mais segurança, ainda dentro do aplicativo, o usuário deverá confirmar a solicitação e liberar o acesso. Caso negado, a URL é instantaneamente bloqueada.
Segundo Jéferson Castilhos, gerente de marketing da Mandic, o serviço é uma iniciativa diferente de tudo o que já foi visto no mercado mundial em se tratando de segurança. “O mandic:eService chega para matar a utilização de login e senha. Estamos possibilitando um ambiente de e-mail livre de ameaças, onde o usuário não precisa se preocupar a partir de qual computador ele acessa. Basta que ele gere pelo celular uma URL única e navegue tranquilamente. É uma solução perfeita para acesso a e-mails corporativos fora do escritório”, afirma.
A solução é gratuita e está disponível para tablets e smartphones com os sistemas operacionais iOS e Android. O serviço é compatível com os servidores de e-mail da Mandic, tanto para o corporativo quanto para pessoa física. Para criar uma conta, que pode ser gratuita, basta se cadastrar no endereço: http://www.mandic.com.br/index.php/eservice/
Fonte: TI Inside
Justiça proíbe importação de aparelhos que pirateiam sinal de TV por assinatura
Estima-se que sejam comercializados entre 500 mil e 700 mil equipamentos do tipo no país, responsáveis por um prejuízo mensal estimado em 100 milhões às operadoras.
A Justiça Federal anunciou nesta segunda (26) a proibição da importação, venda ou propaganda dos aparelhos que permitem a pirataria do sinal de TV a cabo. O juiz Marcelo Mesquita Saraiva, da 15ª Vara, em São Paulo, deu seu parecer proibindo a comercialização e o uso dos conversores de sinal Azbox, Azamerica e Lexusbox, por se tratar de “crime contra a Lei Geral das Telecomunicações”.
A decisão é uma resposta às denúncias da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura), do SETA (Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Televisão por Assinatura) e do SINCAB (Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Sistemas de TV por Assinatura e Sistemas Especiais), há cerca de seis meses.
Estima-se que sejam comercializados entre 500 mil e 700 mil equipamentos do tipo no país, responsáveis por um prejuízo mensal estimado em 100 milhões às operadoras. Pelo parecer da Justiça Federal, as TVs por assinatura enfrentam concorrência “ilegal e desleal advinda da massiva importação, divulgação e comercialização dos decodificadores”.
“A determinação mostra que a justiça está do lado das empresas que pagam seus impostos em dia e buscam oferecer um serviço sério e de qualidade a todos os usuários de TV por Assinatura, dos trabalhadores do setor e também dos consumidores que pagam por seus serviços”, afirma Antonio Salles, diretor do SETA e coordenador da Comissão Especial de Inteligência Antipirataria.
Para Antonio Salles, a proibição é uma vitória inicial. “Agora temos a esperança, como já foi feito recentemente em países como Alemanha e Chile, de que esse tipo de crime seja combatido seriamente e quem desrespeitar será punido exemplarmente”, complementa.
O juiz também determinou às associações de despachantes aduaneiros e importadores de produtos populares que informem seus associados sobre a proibição. O mesmo pedido foi feito à Associação dos Comerciantes do Bairro da Santa Ifigênia (ACSI) e às empresas de internet que veiculam propagandas sobre este tipo de serviço ilegal.
Fonte: IDG Now!
Pesquisa da AVG revela riscos no uso para smartphones e notebooks
As festas de final de ano não são só momentos de lazer, mas também o período onde as pessoas estão mais propensas a perder seus dispositivos móveis. No estudo denominado Lost in Transit (Perdido no Trajeto) a AVG – fabricante de softwares de segurança para computadores – chegou a conclusões alarmantes: 17% dos notebooks e 38% dos celulares são perdidos na rota da viagem e 88% dos equipamentos perdidos ou roubados nunca são recuperados.
Para a consolidação dos dados, foram entrevistados cinco mil usuários em diversos países - Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Alemanha, França, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Espanha e Itália – para determinar quais equipamentos foram roubados ou perdidos no último ano. A partir do resultado, a AVG aconselhou os consumidores a tomar precauções para proteger seus gadgets durante as festas.
“É um período alegre do ano e as pessoas não querem ter de lidar com a perda de um smartphone ou tablete nessa época, especialmente porque os aparelhos podem conter informações pessoais importantes”, comenta JR Smith, CEO da AVG. “Nós criamos uma ligação muito forte e íntima com nossos dispositivos móveis porque nos fazem sentir mais próximos das coisas que apreciamos. De certa forma, essa tecnologia permite que levemos nossa vida conosco para qualquer lugar, assim como nossos entes queridos, músicas, trabalho e paixões. Então, não surpreende o fato de sermos tomados por uma enorme sensação de perda quando nossos aparelhos repentinamente se vão”, diz Smith.
Com base na pesquisa, a AVG criou uma lista de dicas para ajudar na segurança dos dispositivos móveis durante as festas de final de ano e no decorrer dos dias.
1. Leve seu equipamento em um local onde você possa checá-lo e seu desaparecimento seria rapidamente notado. Tanto em casos de perda como de roubo, a chave para a prevenção é a atenção. Durante a pesquisa, 62% das pessoas afirmaram que estavam distraídas ou ocupadas no momento em que seu notebook ou smartphone desapareceu. O que fazer? Estabeleça um local específico (como o bolso de uma jaqueta) para guardar. Coloque o aparelho sempre no mesmo lugar, mesmo quando estiver em casa ou no escritório, até que se torne uma rotina e assim será facilmente localizado. O mais importante é que os consumidores devem estar sempre alertas, prestando atenção no entorno durante a viagem, tanto num deslocamento diário quanto na segurança do aeroporto.
2. Use senha! De acordo com a pesquisa, 42% dos smartphones perdidos não estavam protegidos por senhas, dando fácil acesso a todas as informações pessoais do consumidor. Sem exceção, senhas devem ser obrigatórias em smartphones, notebooks, tablets ou qualquer outro dispositivo móvel com arquivos importantes.
3. Faça seguro. Consumidores podem “salvar suas vidas” colocando seguro em seus gadgets. A maior parte dos fabricantes e provedores oferece métodos para reposição de equipamentos roubados, mediante pagamento de taxa, garantindo maior tranquilidade.
A AVG também indica os consumidores a baixar o software especialmente desenvolvido para combater os riscos de segurança relacionados ao uso da tecnologia móvel. Por exemplo, o AVG Mobilation’s Free é fácil de baixar e oferece soluções como o Phone Locator, que utiliza o Google Maps para localizar o telefone perdido ou roubado.
Fonte: TI Inside

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